Isso sim é final feliz.
Agora sim, podemos dizer que Rosinha teve um final feliz. Quer dizer, um começo de vida boa! E bota boa nisso. Nesse post aqui do começo do ano eu contei a história da Rosinha. Só que infelizmente, aquele não foi o final feliz que esperávamos.
Recapitulando: em fevereiro deste ano, aparece na porta do meu trabalho, esta pequena coisinha linda aí em cima. Sua patinha é que não estava tão linda assim, ela provavelmente havia sido atropelada, tava em carne viva, aquela coisa. Cuidamos dela fazendo curativo e dando remédios diariamente por dois meses, morrendo de vontade de pegar ela pra gente. Eu havia acabado de pegar a Paçoca (a pastor alemão sem noção que vocês vêem de vez em quando por aqui) e não podia ficar com ela, por questão de espaço.
Até que ela foi adotada, história linda, que contei no tal post ... SÓ QUE NÃO. A pessoa que a adotou não cuidou dela direito, sabe-se lá por que razão, disse a Rosinha era muito rueira, que não se adaptou, etc. Nós havíamos combinado de buscá-la em seu ex-novo lar uma semana após a adoção, para fazermos a castração. Quando cheguei lá, a patinha estava em carne viva de novo, a própria Rosinha provavelmente começou a abrir o machucado, ou se machucou tentando fugir, ou sabe Deus o que rolou, não gosto de lembrar disso. Obviamente, ela voltou a ficar lá no meu trabalho, e cuidamos dela de novo. Fiquei tão passada com esta história ... Não podia acreditar que a pessoa em quem a gente confiou fez isso!
Tomando soro, levando pontos, usando o cone ... TUDO DE NOVO.
Depois desta história toda, Rosinha acabou indo morar na casa de uma grande amiga nossa, que já tinha dois cachorros em casa (um deles resgatado das ruas, história bem parecida) e por essa mesma razão, não havia pego a cachorrinha logo de cara, mas acabou se rendendo, quando seu namorado resolveu adotá-la.
O melhor de tudo é que ela fica pertinho do meu trabalho e posso vê-la quase todos os dias! Hoje Rosinha tá toda madame e pimposa, vai pra praia, foi castrada, está totalmente sarada e adora tocar o terror com a sua gangue - Dino e Kika, os outros dois cachorrinhos que moram com ela. Isso que é vida!



